sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diversidade Linguística


A diversidade linguística é uma realidade muito presente em um país de proporções continentaie como o Brasil, ainda assim há uma elite que insiste afirmar a existência português "errado" e português "certo".

Dois escritores, Cristovão Tezza e Marcelino Freire, deram um show no Globo News e ainda deixaram a jornalista em uma saia justa porque demonstraram o quanto o preconceito linguístico é algo absolutamente atrasado.

Os entrevistados explicaram as variedades da língua portuguesa, defenderam o ensino da norma padrão (português formal), mas não desprezaram a riqueza da língua portuguesa brasileira em nome de uma forma "certa" que não existe.

Assista ao vídeo e lembre-se da aulas do prof Oda.

Roteiro para elaboração de Ensaio 2 ABC

I. NoçãoO ensaio escolar é um pequeno texto de análise de determinado problema, com o objetivo de identificar uma questão, discorrer sobre ela e chegar a conclusões. Um ensaio não é uma narrativa, nem uma simples descrição de fatos ou opiniões; pressupõe, antes, a análise, explicitação e interpretação dos mesmos.

II. Escolher o tema - Definir um tema ou escolher um problema: formular questões (por exemplo, um grande problema do qual saem outros mais específicos) é uma das formas mais eficientes de abordar um tema e de estruturar um raciocínio. Uma pergunta nos dá, de imediato, um ponto de partida e um objetivo (a resposta) ao qual queremos chegar. Deve-se ter o cuidado de formular uma pergunta que tenha diretamente a ver com o tema ou a obra que está sendo tratada.

III. Rascunho/plano de trabalho - O rascunho é uma ferramenta importantíssima. O plano ajuda a abordar o tema nos seus variados aspectos e a orientar a investigação. Não serve apenas para escrever o texto para depois passar a limpo, mas sim para nele escrever e anotar as ideias, selecionar os tópicos mais importantes e organizar a sequência de argumentos. Para organizar um plano de trabalho, pode-se começar por formular uma questão e identifique um objetivo (onde quer chegar).

Esta relação entre o plano e o ensaio não deve, porém, ser rígida. Pode suceder que durante a investigação ou a própria redação se verifique a necessidade de introduzir alterações ou adaptações no plano inicialmente traçado. O plano é uma rota indicativa da viagem, não um plano imutável.

IV. Investigar - Para preparar o plano, faz-se a uma investigação preliminar. Constituindo o tema uma novidade para quem escreve o ensaio, naturalmente haverá a uma pesquisa inicial que habilite para a tarefa de programar a abordagem ao tema. Neste caso e para começo, será aconselhável a opção por um artigo de enciclopédia, orientação do professor um pequeno livro ou capítulo introdutório do tema.

Depois do plano procede-se à segunda fase da investigação, a mais importante, porque programada e orientada para os objetivos já definidos, para sustentar ou refutar certos argumentos, etc.. A tarefa de investigação deve ser dirigida a recolher informação adequada para constituir o suporte da resposta a cada item planejado (bibliografia indicada, Sistema FTD de Ensino, Internet, dicionários, etc)

V. Colher e selecionar informação - O percurso da investigação conduz às notas e apontamentos relativos às fontes utilizadas. Muitas vezes se começa a escrita de esboços parciais do futuro ensaio. Mas depois há a necessidade de selecionar e ordenar a informação recolhida e o material já escrito, de acordo com a sua importância. Essa seleção deve ser feita de acordo com cada tema do plano do ensaio.

VI. Escrever o ensaio - Estudadas as fontes, tomadas as notas, selecionado o material relevante, a redação do ensaio propriamente dito, apoiada no plano elaborado, apresenta-se como o passo seguinte, o que, olhando para trás, não será tarefa difícil. O processo de escrita é algo pessoal.

VII. Ensaio com estrutura tripartite Um ensaio com estrutura tripartite, em três partes, é uma das formas mais usuais desse gênero textual. Ressalta-se que as três partes não significam “três parágrafos”, mas divisões que serão desenvolvidas no texto.

a) Introdução- Consiste na apresentação da questão a ser abordada e das várias perspectivas possíveis a tratar, deve conter os parâmetros da discussão e as questões às quais será dada resposta. Mas não deve anunciar já as respostas. Apesar de ser a primeira parte do ensaio, é o último texto a ficar pronto porque somente após desenvolver e concluir as ideias o ensaísta sabe o que será apresentado ao leitor.

b) Exposição/argumentação/fundamentação - Trata-se de expor os argumentos e contra-argumentos sobre o assunto, o qual começa pela exposição de determinada posição acerca do assunto (tese), na consideração dos pontos de vista contrários ou divergentes (antítese) e no apuramento de uma posição pessoal sobre o tema em causa (síntes).

c) Conclusão - Traduz-se num ‘ponto de chegada’, ou seja, no enunciar das ideias finais concernentes à questão abordada, que logicamente decorrem do rumo tomado no ensaio; a conclusão destina-se a sintetizar o que de mais importante se defendeu no ensaio sem, no entanto, reescrever o que já foi dito; a conclusão pode revestir a forma de “teses”, ou seja, uma sequência ordenada das várias conclusões a que se chegou sobre cada um dos temas.

d) - Rever - A última tarefa consiste em ler atentamente o texto elaborado, avaliando-o quanto à consistência do seu conteúdo e corrigindo eventuais falhas formais. Deve-se a clareza da exposição, enfim, o poder de convicção do texto. Por outro lado, deve-se cuidar da qualidade do discurso, a ortografia, a paragrafação, enfim, a qualidade do texto. Aqui é essencial o dicionário e a gramática. Os erros ortográficos e a inadequação da linguagem desvalorizam gravemente um texto.

Sugestão de leitura:

MONTAIGNE, Michel – Os ensaios – Companhia das Letras, SP, 2010.

MARÇAL, Jairo (org.) – Antologia de textos filosóficos - Secretaria de Estado da Educação do Paraná, PR, 2009

Um abraço dos profs Bel e Oda

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Humanismo 1 Ensino Médio



O Humanismo foi um movimento intelectual, artístico, político e econômico que ocorreu entre o século XIV e XVI, na Europa.

Intelectualmente, o Humanismo mudou o pensamento que, na Idade Média, era centrado na religiosidade católico-cristã quando Deus era referência para todas as realizações da humanidade: o denominado teocentrismo. Opondo-se a essa concepção, no Humanismo é formulado o antropocentrismo, pensamento que considera o ser humano como referência das relações com o mundo.

Ressalta-se que a religiosidade não foi abandonada, mas passa a ser vista por uma perspectiva onde a humanidade é protagonista.
Citamos, como exemplo, a escultura de Moisés, de Michelangelo, ilustração desta postagem; a personagem bíblica é humanizada, suas feições são moldadas tendo como modelo o ideal de beleza greco-romano que valorizava a perfeição física. Essa imagem se diferencia da maioria das imagens e esculturas da Idade Média, cuja a preocupação era apenas a representação da realidade e não sua imitação.

O Humanismo português, na literatura, ganha destaque por consagrar a prosa através das crônicas de Fernão Lopes, o teatro de Gil Vicente e a poesia de Luiz Vaz de Camões.

Na música, trazemos dois exemplos de compositores espanhóis, pela proximidade e influência que tinham em Portugal. Convivência muitas vezes pouco pacífica devido o episódio da União Ibérica, quando a Espanha governou Portugal de 1580 a 1640.
Fica a sugestão para ouvir a bela música do período do humanismo. Como sempre, a sugestão do mestre é que ouçam novas músicas, sem a obrigação de entender ou gostar, mas para saber outras formas de expressão.

Juan del Encina
Tomás de Victoria



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Texto argumentativo para 3B

Galera do 3B: nest post vão dois textos sobre o ENEM, ujm contra e outro a favor. Leiam os textos, tirem suas concluões e escrevam uma opinião. O debate será em sala.

Um abraço do Prof


Rudá Ricci: Enem sofre ofensiva de interesses ligados à indústria do vestibular

Na avaliação do sociólogo e consultor na área de educação, Rudá Ricci, há uma disputa de política educacional em curso, e é necessário preservar uma avaliação de caráter nacional. “Uma prova nacional permite que o país trace objetivos de política educacional”, defende. Entre os setores interessados economicamente, segundo ele, estão as próprias universidades, que arrecadam em matrículas, os professores que produzem questões fechadas e abertas, e os cursos preparatórios para o vestibular.

por Anselmo Massad, na Rede Brasil Atual, via Carta Maior

São Paulo – O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) sofre uma ofensiva de interesses, segundo o sociólogo e consultor na área de educação Rudá Ricci. Ele enumera grupos e setores do que chama de “indústria do vestibular”, de cursos preparatórios a docentes encarregados de formular as provas. Para ele, há uma disputa de política educacional em curso, e é necessário preservar uma avaliação de caráter nacional.

“Uma prova nacional permite que o país trace objetivos de política educacional”, esclarece. Um vestibular nacional do ponto de vista da aplicação e do conteúdo promove um impacto no ensino médio, de modo a reverter problemas dessa faixa da educação.

Para ele, os vestibulares descentralizados, feitos por cada universidade, provocam danos à educação, já que o ensino médio e mesmo o fundamental direcionam-se às provas, e não à formação em sentido mais amplo. “O ensino médio é o maior problema da educação no Brasil, é o primeiro da lista, com mais evasão, em uma profunda falência”, sustenta.

“O Enem faz questões interdiciplinares, é absolutamente técnico, é super sofisticado”, elogia. Os méritos estariam em privilegiar o raciocínio à memorização de conteúdos. Isso permitiria que o ensino aplicado nas escolas fosse além do preparo para enfrentar provas de uma ou outra universidade.

O Enem traz uma “profunda revolução”, na visão de Rudá, “ao combater profundamente a concepção pedagógica e política de vestibulares por universidade”. Ao se aproximar dessa concepção nacional – fato que aconteceu apenas nos últimos anos –, interesses de grupos educacionais foram colocados em xeque, o que desperta ações contrárias.

Entre os setores interessados economicamente, segundo ele, estão as próprias universidades, que arrecadam em matrículas, os professores que produzem questões fechadas e abertas, e os cursos preparatórios para o vetibular.

Controle social
Ricci critica a postura do ex-ministro da Educação, Paulo Renato, e da ex-secretária de Educação de São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro. O sociólogo taxa os comentários feitos pelos especialistas ligados ao PSDB como “oportunismo”. Isso porque, segundo ele, o uso da prova como seleção e seu caráter nacional, hoje criticados pelos tucanos, foram objetivos perseguidos durante a gestão de Renato na pasta, de 1995 a 2002.

O que ele considera como mudança de postura é resultado da disputa política, que faz com que os estudantes passem a rejeitar o exame. “Os jovens não querem mais essa bagunça. E têm razão”, pontua.

“Existe uma movimentação para politizar esse tema; vamos ter o avanço de uma oposição organizada, que junta as forças políticas que perderam a eleição nacional com escolas particulares, cursinhos que têm muito interesse na manutenção do sistema de vestibular”, avalia.

O sociólogo defende o modelo de exame nacional, mas acredita que a fórmula possa ser aprimorada, seja com mais dias de provas, seja com provas aplicadas a cada ano do ensino médio. Ele aponta ainda que houve um desvirtuamento da proposta interdisciplinar e sofisticada, empregada originalmente, em função da necessidade de expandir a prova. Em 2010, foram 4,6 milhões de inscritos.

Ele acredita que a postura de críticas deve-se às diferenças partidárias. “Estão politizando o Enem, politizando o ingresso na universidade e o conteúdo da prova”, lamenta. “Seria interessante ter um órgão que execute o exame sob controle social, não de governo, nem de empresas”, sugere.

“A solução é nós discurtirmos nacionalmente esse gerenciamento em um modelo como o americano para o vestibular nacional”, defende. O SAT, usado como método de seleção nos Estados Unidos, é aplicado por agentes privados de modo controlado pelo departamento de educação federal. Além de poder ser aplicado em dias diferentes, cartas de recomendação de professores e outros instrumentos também são considerados na seleção por parte de universidades.

De solução a problema

Por: Rebeca Oliveira

O Brasil é um país surreal. Justamente quando o governo federal lança o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para revolucionar a educação no país, a iniciativa deixou de ser uma solução para se tornar mais um problema ou até mesmo um desastre, como sintetizaram o Ministério Público Federal em São Paulo e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, considerou “desastrosa e lamentável” a aplicação do Enem neste ano, depois que foram constatados problemas como cabeçalhos de prova discordantes dos títulos das folhas de respostas. Como se isso não bastasse, estão sendo investigadas denúncias de vazamento de questões pelo Twitter, um microblog que permite postagens em até 140 caracteres.

Todos os erros amadores cometidos pela gráfica RR Donnelley, responsável pela impressão do exame, e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), um órgão do Ministério da Educação (MEC), levaram a juíza Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará, a suspender temporariamente o Enem em caráter liminar. A partir de uma ação do procurador Oscar Costa Filho, do Ministério Público do Ceará. A decisão, cujo efeito tem validade para todo o país, foi tomada depois do pedido feito pelo procurador Oscar Costa Filho, do Ministério Público Federal no Ceará, por meio de uma ação civil. O Enem – que representa um custo enorme aos cofres públicos (R$ 182 milhões) – corre o risco de perder credibilidade com mais este escândalo. Temendo tal possibilidade, o ministro da Educação, Fernando Haddad, resolveu admitir o erro cometido pelo Inep, embora o MEC já tenha pedido a reconsideração da decisão magistral, já ameaçando entrar com recurso caso a Justiça Federal não reconsidere o caso. O descompasso prosseguiu com as declarações do presidente Lula, que afirmou que o exame tinha sido, “até hoje, extraordinariamente bem-sucedido”.

Contraditoriamente, na quarta-feira, durante visita à África, Lula afirmou que, durante conversa com Had-dad, seriam dadas duas garantias à sociedade brasileira: a primeira, de que os erros já estariam sendo apurados pela Polícia Federal; e a segunda, de que se for necessário “fazer uma prova, duas provas, nós faremos”. Mas uma nota divulgada horas depois pelo próprio MEC reiterou a informação de que o Ministério não tem a intenção de realizar um novo exame, a não ser para os alunos prejudicados, que, segundo a nota, representam um número “muito pequeno”. Ainda na quarta-feira, o procurador Oscar Costa Filho pediu a anulação das duas provas, sobretudo após a divulgação de um possível vazamento do tema da redação em Petrolina (PE). Enquanto o impasse não se resolve, 48 mil vagas em universidades federais que dependem do Enem estão congeladas.

Antes deste mais recente problema, a procura pelo Enem havia aumentado consideravelmente, em especial depois que diversas universidades federais anunciaram que iriam utilizar o Sistema de Seleção Unificado (Sisu) – aplicado pela primeira vez no ano passado – como forma de seleção, uma alternativa ao vestibular tradicional. Porém, antes mesmo da realização das provas, o cadastramento para o Sisu já apresentava erros. Inúmeros alunos registraram tentativas fracassadas de fornecer seus dados ao sistema. Em 2010, no primeiro dia de inscrições, o portal já apresentava problemas. Desde então, diversos estudantes de todo o país responsabilizam o portal de ter comprometido suas vagas, que foram perdidas devido a constantes mudanças nas listas de espera.

Realizado no último fim de semana, o Enem foi marcado por dois principais erros: a inversão no cabeçalho dos cartões de resposta e, nas provas de cor amarela, questões duplicadas e inexistentes. O MEC calculou que 20 mil provas desta cor – aplicadas em sete estados, incluindo no Distrito Federal (DF) – tiveram algum tipo de problema no tocante à impressão. Deste total, 18 mil foram substituídas no decorrer da aplicação do exame; porém, outras duas mil, que não puderam ser trocadas, causaram estragos aos concorrentes que se submeteram à seleção. Para estes alunos, o MEC disponibilizou a alternativa de realizar a prova novamente nos dias seis e sete de dezembro, simultaneamente à aplicação do exame em presídios. A solução encontrada já foi adotada em provas anteriores, como a realizada no ano passado, no Espírito Santo, onde foi cancelada devido a fortes chuvas ocorridas na região.

Todavia, após tamanhas dificuldades e denúncias, o exame, que deveria facilitar a entrada de alunos no nível superior, tem sido considerado uma “via crucis”, principalmente para quem vê a iniciativa como a única forma de ingresso em uma faculdade, já que o exame também é utilizado no sistema de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni). Com o registro de falhas no primeiro dia de aplicação das provas, ainda no sábado, o número de abstenções no segundo dia do exame chegou a 29%. No DF foram registradas as maiores desistências: 34% dos estudantes. No momento do manuseio, da impressão e da diagramação das provas, o erro não foi detectado. Por tal razão, a culpa pelo ocorrido vem sendo atribuída à gráfica, que recebeu a verba de R$ 68 milhões para realizar a impressão do exame. Já ao Inep cabia a incumbência de checar o material impresso, o que, obviamente, não foi feito.

Outro erro injustificável foi o possível uso do Twitter por alguns estudantes durante a realização do exame. Alunos postaram mensagens como se estivessem em um chat, enquanto respondiam as questões, trocavam informações e tiravam dúvidas por meio do microblog. Alguns chegaram, inclusive, a tirar fotos da prova. O MEC, já na tarde de domingo, se pronunciou por intermédio da mesma ferramenta, travando uma “queda de braço” com os estudantes.

Intimidando os alunos, o MEC afirmou que o Inep poderá processar todos os envolvidos. Joaquim José Soares Neto, presidente do instituto, saiu em defesa do sistema de segurança durante a aplicação das provas. Sobre o ingresso de alunos portando equipamentos eletrônicos, ele afirmou: “O Inep não tem poder de polícia. Ao termos conhecimento de alguma evidência de que estariam usando aparelhos, encaminhamos [o caso] à Polícia Fe-deral”.

Até mesmo um jornalista integrante do Sistema Jornal do Commercio de Comunica-ção (SJCC) sofrerá punição. O profissional enviou uma mensagem à redação na qual informava o tema da redação. Sobre o ocorrido, o MEC considerou o “ato ilícito, ao atentar contra as regras do certame”. Pouco mais de um ano após o roubo das provas dentro da gráfica responsável por sua impressão, outra falha, desta vez de finalização, coloca em cheque a excelência das empresas responsáveis e a do critério seletivo.

No dia 1º de outubro de 2009, surgiram denúncias de que cópias de duas provas foram furtadas da gráfica Plural, fato que motivou o cancelamento do exame, pronunciado pelo ministro Fernando Haddad. A acusação foi feita pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, a partir do momento em que a redação do diário teria sido procurada por um homem que afirmou ter, em mãos, as duas provas e pedia a quantia de R$ 500 mil. Três funcionários da empresa, Felipe Pradella, Felipe Ribeiro e Marcelo Sena, foram indiciados por quebra de sigilo funcional e peculato. A Polícia Federal, responsável pela investigação, indiciou também outras duas pessoas que estariam envolvidas nas negociações: o empresário Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo de Oliveira Craid. Como o caso corre em segredo na Justiça Federal, ainda não se sabe até que ponto foi solucionado. Porém, das pessoas apontadas como responsáveis pelo furto, nenhuma foi julgada ou presa.

Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação entre 1995 e 2002, em entrevista ao portal UOL Educação, atribuiu a falta de experiência do consórcio às falhas na segurança que ocasionaram o vazamento. Em seguida, ele alertou: “A prova passou a ter um valor econômico e social muito importante, aumentando a tentação da fraude”.

Após o anúncio do furto das provas, houve a remarcação do exame para dezembro do mesmo ano. Um gabarito publicado erroneamente fez que o Inep fosse obrigado a publicar novo gabarito. Com a sequência de erros, cerca de 200 mil estudantes tiveram seu processo seletivo atrasado, direta ou indiretamente.

O prejuízo deste ano ainda não foi calculado, mas os alunos, as maiores vítimas do mais recente escândalo, terão, de acordo com o presidente do Inep, seus problemas solucionados, um a um.


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Modernismo 3AB

Galera,
neste post publicarei vários links sobre a Semana de Arte Moderna de 1922.
A ideia é complementar o que foi apresentado em sala e iniciar uma pesquisa.
Lembrem-se: A internet é uma ferramenta poderosa para levantamento de dados sobre nosso conteúdo, mas nos livros de nossa biblioteca poderemos encontrar informação bem mais consistente e segura para os trabalhos.
Seguem-se os links. Boa pesquisa!

Imagens da Semana de 22
Jornalismo na Semana de 22
Artes plásticas na Semana de 22
Mario e Oswald de Andrade

terça-feira, 27 de julho de 2010

Visita ao Museu Oscar Niemeyer


Olá galera do Ensino Médio, já agendei visita monitorada ao Museu Oscar Niemeyer, também conhecido como museu do Olho. Será no dia 31 de agosto de 2010.

Há vagas para 60 estudantes, portanto as inscrições deverão ser efetuadas previamente para garantir a autorização dos responsáveis.

Informo ainda que estou procurando incluir o Museu Paranaense em nossa visita. A ideia é que possamos ficar a manhã e parte da tarde em Curitiba.
Um abraço do Profi